sexta-feira, 25 de maio de 2012

bonecos em eva




Abuso sexual é o segundo tipo mais comum de violência contra criança


Abuso sexual é o segundo tipo mais comum de violência contra criança

Tainah Medeiros               http://drauziovarella.com.br
O Ministério da Saúde divulgou dados alarmantes sobre agressões contra crianças no Brasil: o abuso sexual é o segundo tipo de violência mais comum na faixa até nove anos de idade e entre 10 e 14 anos, ficando atrás apenas das notificações de negligência e abandono, no primeiro intervalo, e violência física, no segundo.
Entre os adolescentes de 15 a 19 anos, a agressão sexual ocupa o terceiro lugar. Em primeiro vem a violência física e, em segundo a violência psicológica.
Os dados se referem a números de 2011, quando se tornou obrigatório o registro do tipo de violência sofrida por pacientes atendidos em todos os estabelecimentos de saúde do País, por meio da Ficha de Notificação/Investigação Individual de Violência Doméstica, Sexual e/ou Outras Violências.
Estima-se que 64% de todas agressões acontecem dentro da residência onde a criança vive, e a maior parte dos agressores é alguém de convívio próximo, como os pais, outros parentes ou ainda amigos e vizinhos, sendo a maioria, 46%, do sexo masculino (o universo de agressores abrange os sexos masculino, feminino, ambos ou ignorado). Quanto ao meio de agressão, a força corporal/espancamento teve maior participação, representando 22%.
Em 2011, foram registrados 14.625 casos de violência contra menores de dez anos. Desse total, 22% foram agressões dirigidas a crianças com menos de um ano.

quarta-feira, 23 de maio de 2012

RECICLAR É ARTE



BULLYING








Bullying - É exercido por um ou mais indivíduos, causando dor e angústia, com o objetivo de intimidar ou agredir outra pessoa.
Bullying - É exercido por um ou mais indivíduos, causando dor e angústia, com o objetivo de intimidar ou agredir outra pessoa.
Bullying é um termo da língua inglesa (bully = “valentão”) que se refere a todas as formas de atitudes agressivas, verbais ou físicas, intencionais e repetitivas, que ocorrem sem motivação evidente e são exercidas por um ou mais indivíduos, causando dor e angústia, com o objetivo de intimidar ou agredir outra pessoa sem ter a possibilidade ou capacidade de se defender, sendo realizadas dentro de uma relação desigual de forças ou poder.
bullying se divide em duas categorias: a) bullying direto, que é a forma mais comum entre os agressores masculinos e b) bullying indireto, sendo essa a forma mais comum entre mulheres e crianças, tendo como característica o isolamento social da vítima. Em geral, a vítima teme o(a) agressor(a) em razão das ameaças ou mesmo a concretização da violência, física ou sexual, ou a perda dos meios de subsistência.
bullying é um problema mundial, podendo ocorrer em praticamente qualquer contexto no qual as pessoas interajam, tais como escola, faculdade/universidade, família, mas pode ocorrer também no local de trabalho e entre vizinhos. Há uma tendência de as escolas não admitirem a ocorrência do bullying entre seus alunos; ou desconhecem o problema ou se negam a enfrentá-lo. Esse tipo de agressão geralmente ocorre em áreas onde a presença ou supervisão de pessoas adultas é mínima ou inexistente. Estão inclusos no bullying os apelidos pejorativos criados para humilhar os colegas.
As pessoas que testemunham o bullying, na grande maioria, alunos, convivem com a violência e se silenciam em razão de temerem se tornar as “próximas vítimas” do agressor. No espaço escolar, quando não ocorre uma efetiva intervenção contra o bullying, o ambiente fica contaminado e os alunos, sem exceção, são afetados negativamente, experimentando sentimentos de medo e ansiedade.
As crianças ou adolescentes que sofrem bullying podem se tornar adultos com sentimentos negativos e baixa autoestima. Tendem a adquirir sérios problemas de relacionamento, podendo, inclusive, contrair comportamento agressivo. Em casos extremos, a vítima poderá tentar ou cometer suicídio.
O(s) autor(es) das agressões geralmente são pessoas que têm pouca empatia, pertencentes à famílias desestruturadas, em que o relacionamento afetivo entre seus membros tende a ser escasso ou precário. Por outro lado, o alvo dos agressores geralmente são pessoas pouco sociáveis, com baixa capacidade de reação ou de fazer cessar os atos prejudiciais contra si e possuem forte sentimento de insegurança, o que os impede de solicitar ajuda.
No Brasil, uma pesquisa realizada em 2010 com alunos de escolas públicas e particulares revelou que as humilhações típicas do bullying são comuns em alunos da 5ª e 6ª séries. As três cidades brasileiras com maior incidência dessa prática são: Brasília, Belo Horizonte e Curitiba.
Os atos de bullying ferem princípios constitucionais – respeito à dignidade da pessoa humana – e ferem o Código Civil, que determina que todo ato ilícito que cause dano a outrem gera o dever de indenizar. O responsável pelo ato debullying pode também ser enquadrado no Código de Defesa do Consumidor, tendo em vista que as escolas prestam serviço aos consumidores e são responsáveis por atos de bullying que ocorram dentro do estabelecimento de ensino/trabalho.
Orson Camargo
Colaborador Brasil Escola
Graduado em Sociologia e Política pela Escola de Sociologia e Política de São Paulo – FESPSP
Mestre em Sociologia pela Universidade Estadual de Campinas - UNICAMP

terça-feira, 1 de maio de 2012

DESENHO DO DIA DAS MÃES




DESENHOS PARA COLORIR








DESENHOS DO PATATI PATATÁ




DESENHO DE PATATI PATATÁ



ALVIN E OS ESQUILOS




ANGELINA BAILARINA



BAKUGAN



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